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14 abril, 2017

Páscoa Feliz

Olá a todos,

Estou tão, mas tão feliz! E sabem porquê? Estou de férias e domingo vamos para Portugal :) 


Desejo a todos uma Páscoa muito feliz, de espírito leve e muito docinha!!!

03 abril, 2017

Galinhas???

Uma amiga americana decidiu construir um galinheiro porque quer ter galinhas. Garante que gosta muito deste animal e que as quer única e simplesmente para produção de ovos. Ora adivinhem em quê que eu e os restantes portugueses perdidos em Mons pensámos assim que ouvimos falar em galinhas??? Em arroz de cabidela :) 

Vocês nem imaginam como eu adoro arroz de cabidela! Este é daqueles pratos que só como quando vou a Portugal. Alguém desse lado que goste deste prato tão típico português e tão BOM?


Beijinhos e uma ótima segunda-feira

03 março, 2017

Bowling

No fim de semana passado fomos ao bowling com uns amigos. O plano era ir passear para um parque para sair um bocado de casa e apanhar ar, mas como estava muito frio optámos por mudar o nosso plano e lá nos decidimos a ir ao bowling. Não é algo que façamos com muita frequência. Aliás, arrisco-me a dizer que o fazemos, talvez, uma vez por ano.


Eu começo sempre mal. Não tenho grande técnica, isto para não dizer que não tenho nenhuma; lanço a bola e ela vai sempre pelas linhas laterais. A verdade é que passados alguns minutos, tanto a minha mão, como os meus olhos ganham outra dimensão e, assim de repente, começo a fazer imensos pontos. Não me perguntem como faço, porque nem eu sei. O que sei é que é a segunda vez que vou com este grupo de amigos ao bowling e, pela segunda vez, adivinhem quem é a vencedora???  EU!!! Mas também é a segunda vez que fico sem unha no dedo polegar :( Será esse o preço a pagar para ganhar?

Acreditem que não sou nada competitiva e, se calhar, é por isso que ganho. O que eu mais gosto destes momentos é mesmo poder estar com os meus amigos, partilhar estes momentos com eles, falar e rir muito. 


E vocês costumam ir ao bowling? Gostam? 


Beijinhos e um ótimo fim de semana

17 outubro, 2016

A importância das pessoas que nos rodeiam

Todos nós temos coisas boas e menos boas. Faz parte do carisma humano. Eu tenho consciência que não sou a melhor pessoa do mundo mas, felizmente tenho sempre os melhores comigo! 

 
Sinto-me muito agradecida por tudo o que tenho e por todas as pessoas que fazem parte da minha vida. A família não a podemos escolher, e eu também não escolheria outra. Tenho o marido que sempre sonhei! Costuma-se dizer que os amigos são a família que escolhemos e, modéstia à parte, escolhi os melhores. 

Agora, tenho mais um motivo para estar agradecida: tenho as pessoas que fazem parte deste meu/nosso Cantinho. Pessoas com as quais aprendo todos os dias, pessoas que me inspiram e com as quais gosto e quero continuar a partilhar. Porque a vida é muito mais bonita e faz muito mais sentido quando é partilhada! 


Uma ótima segunda-feira a todos :) 

 

20 setembro, 2016

Saudades destes tempos de vindimas

Tenho uma veia campónia e nem imaginam o quanto gosto dela e o quanto ela me faz bem. Cresci numa quinta, rodeada de campos, vinhas, vacas, cavalos, porcos, galinhas, patos, coelhos, ovelhas, cães e gatos. Tirar leite às vacas, andar de trator, andar a cavalo, correr pelos campos com umas galochas quase maiores que eu, alimentar os vários animais, assistir ao nascimento de vitelos e de pintainhos, participar na apanha das batatas e participar nas vindimas são tudo um conjunto de memórias que tenho bem presentes e que nunca vou esquecer. De entre todas estas vivências, as vindimas são as que deixam mais saudades e das quais tenho as melhores memórias. 


A vindima sempre foi motivo de convívio entre família, amigos e vizinhos. Lembro-me de não poder vindimar por não ter altura suficiente para cortar os cachos das uvas, mas arranjava sempre alguma forma de participar e de ajudar.

01 setembro, 2016

Isto de ser emigrante

Sou filha de pais emigrantes, parte da minha família é emigrante e eu, para não estragar as estatísticas, também pertenço a este mundo da emigração.

Naturalidade suíça, nacionalidade portuguesa, com atual residência na Bélgica considero-me capaz de testemunhar as recompensas e as carências de um emigrante, ou pelo menos as minhas. 

Há vários tipos de emigrantes: há os que emigram por necessidade; os que emigram porque simplesmente querem viver essa experiência; os que emigram porque têm mais facilidade em encontrar trabalho na área que são competentes fora de Portugal; ou pura e simplesmente porque surgiu essa oportunidade e não há razão para não aproveitá-la. Esta última foi o meu caso. Estava a terminar o mestrado, na cidade de Mons, na Bélgica, quando o chefe do laboratório me propôs que eu ficasse a fazer o doutoramento. 


Seja qual for o motivo pelo qual se decide emigrar, considero-o como um ato de coragem, porque de facto, não é fácil tomar a decisão de deixar o seu lar, a sua zona de conforto, os amigos de uma vida, a família que tanto nos ama e que nós tanto amámos e ir para um país onde pouco ou nada conhecemos; onde não há aquela pessoa querida à nossa espera no aeroporto para nos dar um abraço e nos conduzir até à nossa terra quando regressamos de uma viagem; onde a língua, as pessoas, as casas, a comida, o sistema governamental, entre tantas outras que ficam por citar são diferentes.