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07 maio, 2019

A Suiça ... e a sua capacidade em me devolver ainda mais paz

Nas férias da Páscoa fomos passar uns dias à Suiça e foi TÃO BOM! 


Lago de Neuchâtel
Esta não foi a primeira vez que lá fomos, nem será a última. Os meus pais, a mana mais nova, tios e primos estão por lá e merecem a nossa visita. 

A Suiça é aquele país que tem o poder de retirar todo e qualquer peso dos ombros, paranóias da cabeça e devolver-me uma paz e leveza difíceis de expôr por palavras. 

Aquelas paisagens são de cortar a respiração de tão bem desenhadas. É das pinturas naturais mais bonitas que já vi - entre as montanhas ainda vestidas de neve que vistas de longe formam um encontro perfeito com as águas azuis dos lagos. Desta vez, para alegrar ainda mais a estadia, fomos presenteados com o brilho e luz solares. 


Signal de Bougy

Lago de Bonvillars

Lago de Bonvillars

O melhor de tudo? O tempo passado em família, o amor incondicional que só os nossos nos podem dar, a alegria de ver o Tiago livre como um passarinho - muitas idas ao parque, muitas horas passadas na rua, muito amor envolvido. E a comidinha da mamã, que nem que seja um bifinho de frango sabe sempre muito melhor quando é feito por ela! 



Um beijinho e 
Uma ótima terça-feira a todos!

03 outubro, 2017

Oktoberfest

Foi em 2012, há já 5 anos que embalei na loucura deste famoso festival Oktoberfest. Estava na Bélgica e pareceu-me uma ótima oportunidade para conhecer e disfrutar de toda a cultura alemã. O Oktoberfest é um festival de cerveja em Munique, Alemanha, criado pelo rei bávaro Ludwing I para celebrar o seu casamento em 1810.  

Uma amiga minha tem um amigo que mora em Munique e pumbas ... lá fomos nós :) Só fomos uma noite, mas deu para captar toda a essência deste festival.

Esta menina sou eu há cinco anos atrás
Muita gente, cerveja, trajes típicos alemães, música, ambiente festivo e multicultural caracterizam na perfeição este festival. 



As cervejas são gigantescas e demoram anos a serem bebidas. Mas também há quem as beba em segundos 😜 Eu não sou amante de cerveja (prefiro mil vezes um copo de vinho), mas ir ao Oktoberfest e não beber cerveja é pior do que ir a Roma e não ver o pápa! Claro que a nossa predisposição para fazer certas coisas vai mudando com a nossa maturidade, responsabilidades, gostos e com a vida em geral. Hoje não faria sentido ir a este festival, mas há cinco anos atrás fez todo o sentido e diverti-me imenso com pouca cerveja (garanto!).

Um pormenor que me chamou à atenção é a organização excessiva dos alemães. Vocês acreditam que em pleno festival havia uma senhora de apito na boca a pôr ordem à fila para a ida às casas de banho? Achei super engraçado 😆


Alguém aí desse lado que já tenha ido ou que queira ir ao Oktoberfest?

23 agosto, 2017

Parque das Caldas de Monção

Monção é a minha vila, um pedaço de terra lindo plantado no norte (mesmo norte) de Portugal! É uma vila sempre em evolução e quem está fora consegue ver isso. Parte das minhas férias são passadas em Monção e sempre que lá chego há algo de novo: um bar, um restaurante, um hotel, lojas, Burger King (sim Monção tem Burger King). E depois há aqueles espaços que sempre existiram, que vão sendo melhorados ao longo dos anos, mas que preservam a sua beleza natural e de sempre. Exemplo disso é o Parque das Caldas de Monção, merecedor das minhas visitas constantes. Este é um parque para todas as idades (sem exceção), onde há espaço para várias atividades. Há mesmo um parque, com baloiços, escorregas e todas essas coisas adaptadas para crianças; um café; um balneário termal; um complexo com piscinas municipal e terreno para jogar ténis e futebol; muitas árvores sob as quais há várias mesas e bancos de pedra para quem quiser estar sentado à sombra a ler um livro, na conversa ou até a fazer um piquenique. Também neste parque se tem oportunidade de passear junto ao rio Minho, que é o que nos separa de Salvaterra (terra da nossa vizinha Espanha). Há alguns anos construiram um passadiço de madeira a poucos metros do rio Minho e proporciona-nos uma caminhada muito agradável e relaxada.

Deixo-vos com algumas fotos que tirei nas férias deste espaço encantador .







   

20 agosto, 2017

Amarante ... Uma boa tentativa

Sempre que vamos a Portugal gostamos de tirar um ou dois dias só para nós e aproveitamos para conhecer alguma cidade que ainda não conhecemos. Este ano decidimos passar dois dias em Amarante e o plano parecia perfeito e tinha tudo para dar certo.

Ficámos alojados na Casa da Pedra. Afastada do centro de Amarante (a 6km), mas perfeita para passar bons momentos em família, com o namorado ou até sozinha. A parte exterior foi a mais explorada por nós e é muito linda. Jardim muito bem cuidado, tudo impecavelmente limpo, árvores de frutos, flores, bancos, mesas, espreguiçadeiras, espigueiro e uma piscina. O nosso plano era aproveitar a piscina à tarde, jantar no centro de Amarante e visitar a cidade no dia seguinte.  

 
Jantámos no restaurante Zé da calçada. Escolhemos este restaurante por ter um espaço exterior extraordinário com vista para o rio Tâmega. A decoração rústica cria um ambiente acolhedor e descontraído. O staff é extremamente simpático e afável. O jantar estava delicioso e querem saber o melhor? Quando chegámos à parte das sobremesas vimos umas letras que nos saltaram logo à vista: "Buffet de sobremesas: 4.5€". Uma mesa cheia de sobremesas e nós podíamos tirar de tudo um pouco só por 4.5€. Nunca tal coisa nos tinha acontecido. 

Imagem retirada daqui
A parte divertida desta estadia começa aquando do nosso regresso à Casa da Pedra. Estava a vestir o pijama ao nosso príncipe (que já estava a dormir desde que saímos do restaurante) e começo a ouvir um plim plim sobre a nossa cama. Olho para o teto e o pior confirma-se: estava a cair água do teto em cima da nossa cama. Fomos falar com a Senhora e ela disse-nos que estava com problemas de canalização e que já tinha chamado um canalizador para tentar solucionar o problema. Importa saber que já eram aproximadamente 11 da noite e que não havia mais nenhum quarto disponível naquela casa. O problema não se resolvia, a água continuava a cair e a amável Senhora entrou em contacto com hotéis da zona para saber se havia um quarto disponível. Ligou para vários e nada de quartos. Ainda nos propôs ligar para hotéis de outras cidades, mas nós dissemos que nesse caso preferíamos ir para casa, que era relativamente perto. A Senhora agradeceu-nos indefinidamente pela compreensão, desejou-nos muita saúde para nós e para o nosso príncipe, pediu imensas desculpas e não sabia mais o que fazer! Nós somos compreensíveis, sim e temos plena consciência que estes azares podem acontecer tanto numa casa rural como num hotel 5 estrelas. A Senhora está inteiramente desculpada 😉 Obviamente que não pagámos nada e ainda fomos convidados a lá voltar (mas tem de ficar para o próximo Verão).

E pronto assim termina uma quase visita a Amarante 😆  

05 junho, 2017

Balanços positivos do doutoramento: viagens

Aqui há uns tempos falei-vos dos balanços positivos do doutoramento e referi-me às amizades que fui conquistando ao longo destes quatro anos. As amizades são, sem sombra de dúvida, a parte mais importante dos balanços positivos. Mas há mais!!! Por exemplo, as viagens! Eu adoro viajar e sei que não sou a única, não é verdade? Claro que não basta querer e gostar de viajar. Neste caso, eu só podia viajar quando haviam conferências interessantes na minha área de investigação e quando tinha resultados relevantes para apresentar. Se este último ponto não se concretizasse, a conferência podia ser o top dos topes, mas não havia viagem para ninguém. 

Apesar de eu adorar viajar, este tipo de viagens provocava-me um nervosismo miudinho durante vários dias. Viajar para participar numa conferência implica: preparar uma apresentação em inglês, apresentar em inglês para um auditório, ser questionada sobre o trabalho de investigação à frente de toda a gente que esteja a assistir à apresentação. Resultado: nervosssss, ..., muitos nervos!!! Mas, depois da apresentação sentia-me livre como um passarinho. 

O objetivo maior destas viagens eram as conferências, mas havia sempre tempo para passear e conhecer um bocadinho as cidades em questão. 

O doutoramento, que tantas dores de cabeça me dá 😜 ... Sim, eu ainda não acabei. Estou na parte da escrita, que é dolorosa e lenta! Mas já vejo a luz ao fundo do túnel. 

Continuando com as viagens, eis as cidades para as quais viajei enquanto doutorada:

Viena, Áustria: A minha primeira conferência foi na maravilhosa cidade de Viena. Não foi a minha primeira vez na cidade e, com certeza não será a última. Viena é uma cidade encantadora e uma das minhas favoritas da Europa (das que conheço 😉). Tudo é lindo e extremamente limpo. É uma cidade acolhedora e daquelas onde me consigo imaginar a morar lá. Quando penso em Viena, o Belvedere é uma das primeiras imagens que me vem à cabeça.

Belvedere. Imagem retirada daqui
Bom jesus, Braga, Portugal: Ora bem, eu já conhecia o Bom Jesus, em Braga, mas ter oportunidade de ir até ao meu país, a uma das cidades onde estudei, sem ter de pagar nada é muito bom 😆 Esta foi a melhor conferência de sempre. Além de ter sido num sítio lindo, foi das conferências mais inspiradoras e a mais útil para mim. E a comida??? Se há coisa da qual nos podemos orgulhar é da boa comida que temos ... Uma delícia! E toda a gente estava maravilhada com a qualidade e quantidade dos nossos pratos. 
Esta imagem está um pouco escura, mas representa bem o desespero de uma das participantes desta conferência. Eis que uma menina francesa, não percebeu bem as informações, não fazia ideia de que havia elevador e ... imaginem o que lhe aconteceu??? Teve de subir esta escadaria, carregada com uma mala e com 30°C!!!

Imagem retirada daqui
Trondheim, Noruega: Nesta conferência já não estava sozinha. O meu Tiago já estava na minha barriga! Esta conferência foi em Junho e posso confirmar-vos que à meia noite ainda estava de dia! Era muito estranho, mas era muito bom. Aqui comi o melhor salmão de toda a minha vida ... Tão, mas tão saboroso! A imagem que tenho de Trondheim é exatamente esta, com casas de várias cores, à beira rio. Parece uma cidade simpática, mas no único dia que tive para visitar a cidade estava um frio e vento nada convidativos a passeios.

Imagem retirada daqui

Já vos contei que estive 5 semanas em Montréal, Canadá, mas não fui a nenhuma conferência. Aí o tema foi outro, que deixarei para uma outra publicação.


E por aí, quem gosta de viajar?

13 setembro, 2016

Falésias de Étretat

De caminho para Mont Saint Michel decidimos parar em Étretat para apreciar as famosas falésias calcárias. Étretat é uma cidade pertencente à região da Normandia, no noroeste de França.

As falésias de Étretat incluem três portas naturais: a porta d'Aval, a Manneporte e a porta d'Amont. As falésias d'Aval e d'Amont podem ser apreciadas mal se chega à praia. E acreditem é uma vista maravilhosa.

A mais bonita e famosa é a falésia d'Aval, cuja forma lembra um elefante com a tromba mergulhada no mar. Conseguem ver o "elefante"?


Na falésia d'Aval há uma gruta que nos conduz até Manneporte mas, para isso, a maré tem de jogar a nosso favor e, infelizmente, não foi o nosso caso. Chegámos à entrada da gruta no momento em que a guarda costeira começou a impedir a entrada por a maré estar a começar a encher. Felizmente há um caminho alternativo que nos leva até ao topo da falésia d'Aval e nos guia até Manneporte. A subida foi desafiante (mais de 200 degraus), mas muito recompensadora. Do topo da falésia d'Aval, além da vista para Manneporte também se tem uma vista muito bonita para a falésia d'Amont.

04 setembro, 2016

Mont Saint Michel

muito tempo que queríamos conhecer o Mont Saint Michel e aproveitámos um fim de semana prolongado para satisfazer a nossa vontade. É um dos monumentos mais visitados de toda a França e não é de admirar.

O Mont Saint Michel, localizado na Normandia, é Património Mundial da UNESCO desde 1979. A história relata que neste monte rochoso, à beira mar plantado, foi primeiramente construída uma abadia em honra ao Arcanjo São Miguel (Saint-Michel), e aos poucos foi-se desenvolvendo uma vila em seu redor. Esta abadia serviu de proteção durante a Guerra dos Cem Anos, entre a França e a Inglaterra, resistindo firmemente a todos os ataques feitos por parte dos ingleses.


Hoje em dia, além da abadia, esta vila é composta por vários hotéis, restaurantes, lojas, museus e jardins. A abadia, localizada no topo do monte, é a principal atração e merece uma visita. Dos terraços que a rodeiam tem-se uma vista deslumbrante para a baía do Mont Saint Michel. A casa de Tiphaine, e os museus archéoscope, historique e o de la mer et écologie são outras visitas que se podem fazer intramuros